Combate à poluição
Como combater a poluição atmosférica ?
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Como combater a poluição atmosférica ?
 
 
 
   Reduzir a poluição é hoje uma das principais preocupações da maioria dos países do mundo. Porém, não obstante a vasta legislação que tem sido publicada visando essa redução, a tarefa não é fácil, pois exige uma acção internacional concertada (recorde-se que a poluição não conhece fronteiras), enormes investimentos e a intervenção activa de todos os cidadãos, em geral, e das empresas, em particular. E evidente que não se podem fechar as fábricas e mandar parar os automóveis e os aviões. Por isso, a diminuição da poluição tem de passar por um conjunto muito vasto de medidas, de que se dão a seguir alguns exemplos: 
  • Instalação nas fábricas de dispositivos (catalisadores) que retenham os fumos e os gases, podendo estes ser até reutilizados como fontes energéticas. De acordo com o princípio de que "deve pagar quem polui", esta medida tem já carácter obrigatório em vários países industrializados, relativamente a muitas indústrias;
  • Utilização de tecnologias alternativas, ou seja, de tecnologias diferentes que reduzam o consumo de energia, tornem a indústria menos poluidora (tecnologias limpas) e valorizem os resíduos;
  • Aplicação de catalisadores em todos os automóveis novos, de modo a diminuir o máximo de emissão de fumos e gases e a redução da quantidade de chumbo e enxofre nos combustíveis (gasolina, gasóleo). Pensa-se que estas medidas reduzirão entre 70% e 90% a poluição do ar provocada pelos veículos motorizados;
  • Obrigatoriedade de inspecções periódicas a todos os tipos de veículos automóveis no que respeita aos níveis de poluição atmosférica (nomeadamente a emissão de fumos) e sonora (especialmente sobre o nível de ruído dos tubos de escape), como já acontece em muitos países;
  • Substituição de alguns produtos químicos industriais perigosos, como, por exemplo, os que têm levado à destruição da camada do ozono.

   Sem dúvida que a aplicação de tais medidas, que não se esgotam aqui, contribuiriam, de modo decisivo, para "uma atmosfera mais limpa" Mas a sua aplicação tem custos elevados, incomportáveis para muitas empresas. Por exemplo, a substituição das tecnologias tradicionais por tecnologias alternativas (limpas), nas unidade fabris já em laboração, exige profundas alterações na estrutura dessas unidades e, por consequência, elevadíssimos investimentos, só ao alcance das grandes empresas. Mas as novas fábricas poderão adoptar, logo na fase de instalação, essas tecnologias alternativas, como, aliás, acontece com os automóveis, em que só os que saem agora das fábricas vêm equipados com sistemas antipoluição (catalisadores) e adaptados ao consumo de "gasolina verde" (sem chumbo). 


   Também a substituição dos produtos químicos perigosos por outros de menor impacto ambiental exige aturadas e dispendiosas investigações, o que acarreta também custos elevados. E é exactamente por isso que têm surgido conflitos entre as instancias governamentais e muitas empresas produtoras de uma vasta gama de produtos químicos destruidores da camada de ozono. É, afinal, o confronto entre a necessidade de preservar o ambiente e a sobrevivência das empresas.

 
    
 
 
  
 
 
Referências: