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O ácido aspártico ou aspartato é um dos aminoácidos codificados pelo código genético, sendo portanto um dos componentes das proteínas dos seres vivos. É um aminoácido não essencial em mamíferos, tendo uma possível função de neurotransmissor excitatório no cérebro. Como tal, existem indicações que o ácido aspártico possa conferir resistência à fadiga. É também um metabolito do ciclo da ureia e participa na gluconeogénese.
O aspartato faz também parte do adoçante aspartame. |
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Modelo molecular do Aspartato |
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Em mamíferos, o aspartato é degradado in vivo a oxaloacetato. Este metabolito é também o precursor da síntese do aspartato. A enzima responsável por esta reacção é a aspartato aminotransferase que, como o nome indica, transfere um grupo amina do glutamato para o oxaloacetato para formar aspartato. Este processo ocorre na matriz mitocondrial. O aspartato pode então sair do mitocôndrio e participar no ciclo da ureia, servindo de precursor para o metabolito argininosuccinato. Através deste processo, o aspartato serve de precursor para a síntese de outro aminoácido, a arginina.
O aspartato também serve de precursor na síntese de purinas e pirimidinas. É doador de átomos de azoto, provindos do seu grupo amina, em diferentes passos da síntese de purinas. Na síntese de pirimidinas, o aspartato tem um papel de maior importância, já que oferece o seu esqueleto de carbono como base de construção do anel da base azotada.
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Fórmula de estrutura do Aspartato
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Algumas propriedades do Aspartato
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Nome sistemático
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Ácido 2-amino-butanodioico |
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Abreviatura/Símbolo
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D / Asp
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Fórmula química
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C4H7NO4 |
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Massa Molecular
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133,08 |
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Ponto de fusão
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270 - 271 °C |
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Densidade
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----- g/cm3 | |
As plantas também são capazes de sintetizar aspartato. Após a fixação do dióxido de carbono sob a forma de oxaloacetato, este sofre transaminação com um outro aminoácido, oriinando aspartato e o ?-cetoácido correspondente. Algumas plantas usam o aspartato como transportador de dióxido de carbono; neste caso, a reacção de transaminação inversa ocorre, formando-se oxaloacetato que é depois reduzido a malato (este origina subsequentemente dióxido de carbono).
Em bactérias, o aspartato origina os aminoácidos metionina, treonina e lisina.
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Referências:
O texto apresentado foi adaptado de um artigo da Wikipédia.
As propriedades da substância foram retiradas do artigo indicado
As imagens do modelo molecular e da fórmula de estrutura do aminoácido foram obtidas em www.3dchem.com. |
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